O Jejum Bíblico

 

QUANDO DEVEMOS JEJUAR?

 
1. Jejue quando fortemente tentado (Mat 4:2).
2. Jejue quando a sabedoria é ansiosamente desejada (Dan 9:3).
3. Jejue quando a ajuda e a proteção são necessárias (Esd 8:21-23; 2Cro 20:3; Jer 36:9).
4. Jejue quando é desejada a vitória sobre baluartes demoníacos (Mat 17:21; Mac 9:29).
5. Jejue quando é desejada a vitória sobre situações que parecem impossíveis (Est 4:10-17; 9:31; Nee 1:4).
6. Jejue quando algo é ansiosamente desejado de Deus e a resposta não veio só pela oração (Isa. 1:6-7).
7. Jejue quando lamentando por entes queridos ou pela defesa do povo de Deus (2Sa 1:12).
8. Jejue quando novos ministros foram consagrados, e quando os homens saem a proclamar a Palavra de Deus, e contra os inimigos espirituais (Ato 13:2-3; 14:23).
9. Jejue quando envolvido em ministério espiritual (2Co 6:5; 11:27)
10. Jejue durante períodos de arrependimento especial, confissão, e reavivamento (Joel 1:14; 2:12; 2:15; Nee 9:1-2).

POR QUE JEJUAR É IMPORTANTE?

Jejuar é importante por causa das lutas espirituais (Mat 17:21).
Quando jejuamos, não estamos forçando Deus a fazer algo, mas estamos resistindo a forças e baluartes sobrenaturais. Alguém pode dizer: “Por que isto é necessário, se Cristo tem todo o poder”? Não sei a resposta a esta questão, mas sei o que Cristo disse: “Este tipo não vai embora senão por oração e jejum.”

Jejuar demonstra o fervor e desejo do coração (Heb11:6).

Deus vê o coração dos homens, mas a Bíblia diz que Ele requer evidência clara do desejo dos corações. “Ainda assim, agora mesmo diz o SENHOR: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto.” (Jl 2:12 ACF)

Isto é visto na oferta de Isaque por Abraão. Deus sabia que Abraão O obedeceria e Lhe daria seu filho amado, Mas Ele exigiu que Abraão desse seqüência ao ato até o ponto de mergulhar sua faca em Isaque. Só então Deus disse: “Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho.” (Gn 22:12 ACF)

Jejuar pode ser visto como um modo de evidenciar o fervor e a sinceridade de nossos corações para Deus em matéria de oração. Podemos dizer que coisas como jejum não são necessárias já que Deus conhece nossos corações, mas exemplos como o de Abraão e seu filho mostram que Deus exige a evidência de nossa fé e fervor.

Jejuar ajuda a manter o corpo sob sujeição

Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar. Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado.” (1Co 9:24-27 ACF)

O corpo continuamente deseja seguir seu próprio caminho. Seus apetites clamam por preenchimento e o processo de jejum é em si uma subjugação dos apetites corporais. O apóstolo Paulo sabia que grandes batalhas são vencidas através da vitória sobre pequenos conflitos e as guerras são vencidas em batalhas individuais. Daniel tinha primeiro que conquistar os pequenos conflitos de seus próprios apetites corporais como um jovem antes de poder conquistar a batalha maior de se recusar a obedecer à solene lei do rei sobre a oração, como um ancião. A vitória tinha que ser ganha sobre o alimento antes da vitória sobre os leões.

Esta é uma razão porque tão poucos membros comparecem às reuniões de oração. Muito freqüentemente não tivemos vitória de oração em nossas vidas diárias. Muito freqüentemente não temos o hábito regular de subjugar a carne para servir ao Espírito. A Bíblia diz que Eli, o sacerdote, era gordo (1Sm 4:18). Ele não subjugava seu desejo corporal ao alimento rico. A temida verdade era que sua falta de cuidado na área dos alimentos se disseminava para cada área de sua vida e ministério. Ele permitiu que sua necessidade física de sono lhe impedisse de manter a lâmpada do tabernáculo acesa durante a noite. A lâmpada se apagava a cada noite embora devesse permanecer acesa. Sua falha em subjugar seu próprio corpo era semelhante e ligada à sua falha em disciplinar seus filhos. Deus disse que Eli amava as ofertas de gordura tanto quanto seus filhos fracos (1Sm 2:29). Eli não estava cometendo imoralidade com as mulheres à porta do tabernáculo como seus filhos estavam, mas seu amor insubmisso por alimento e facilidade foi pernicioso ao seu ministério. Eli devia estar jejuando e trabalhando ao invés de festejar e se sentar!

UM JEJUM BÍBLICO DURA QUANTO TEMPO?

A Bíblia não estabelece uma duração específica de tempo, para jejuar. Daniel jejuou 21 dias. Ester e Mardoqueu jejuaram 3 dias e 3 noites. O Senhor Jesus jejuou 40 dias no deserto. Mas freqüentemente a Bíblia simplesmente não diz quanto tempo as pessoas jejuaram. Não sabemos, por exemplo, por quanto tempo Esdras jejuou antes de iniciar a jornada para Jerusalém (Esd 8:21-23). Jejuar é assunto da liberdade individual sob a direção do Espírito Santo. Pode ser uma refeição ou várias refeições, conforme a necessidade da hora e a direção de Deus. Romanos 14 fala desse tipo de coisa e diz: “Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente.” (Rm 14:5 ACF)

O QUE É UM JEJUM BÍBLICO?

Novamente, não há diretrizes rígidas sobre jejum. No jejum de 21 dias de Daniel, sabemos que ele não comeu “nenhum pão agradável, nem carne, nem vinho” (Dan 10:3). Aparentemente, Daniel comeu alguma coisa, mas se absteve de comidas agradáveis. Deus não deu instruções específicas sobre jejum porque este é um assunto privado entre um indivíduo e o Senhor. Uma mãe que amamenta, por exemplo, não seria sábia se mantivesse sem alimento por período significativo, porque não somente ela depende desse alimento, mas também seu bebê. Deus prometeu: “Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos.” (Sl 32:8 ACF). Esta preciosa promessa se aplica ao jejum. Quando você deve jejuar? Por quanto tempo? Do que você deve se abster ao jejuar? Deus o guiará pessoalmente e claramente em todas essas coisas se você caminha em parceria com Ele.

Enquanto a Bíblia não descreve cada detalhe sobre o jejum, ela nos dá as seguintes diretrizes básicas, a seguir:

Abstinência de alimento e prazeres físicos normais (Dan 10:3; 1Co 7:5).
Observe novamente que Daniel não se absteve de alimento completamente, mas apenas de “pão agradável”. Neste exemplo vemos que há muitos modos de observar um jejum. Podemos nos abster completamente de todos os alimentos e bebidas ou nos abster apenas dos mais saborosos e prazerosos, como fez Daniel. O jejum das Escrituras é um assunto privativo e especial entre o indivíduo e Deus. Deus pode nos levar a observar um jejum de um modo num momento específico e de modo inteiramente diferente em outro momento. Algumas pessoas com problemas de saúde como o diabetes me perguntaram como podem jejuar. Acredito ser possível para tais pessoas jejuarem determinando diante de Deus se absterem de certos alimentos favoritos e prazeres durante um tempo específico.

Oração

“Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.” (Mt 17:21 ACF).

O jejum bíblico está sempre ligado a uma atenção maior à oração e à comunhão com Deus. O jejum divorciado da oração não é um jejum bíblico.

Confissão de pecados

E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza. E orei ao SENHOR meu Deus, e confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; Pecamos, e cometemos iniqüidades, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; E não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, como também a todo o povo da terra.” (Dn 9:3-6; leia todo o capítulo).

Exemplos bíblicos de jejum estão muitas vezes ligados a períodos de arrependimento especial e confissão de pecados.

Serviço a Deus (Is 58:6-8).

O jejum cristão é uma abstinência temporária de alimento e outros prazeres físicos para se concentrar num problema ou necessidade espiritual específica. Não é um ritual a ser realizado de maneira supersticiosa, esperando que o próprio ato de ficar sem alimento traria alguma forma de benção, mas é um período especial de devoção a Deus em oração e abstinência dos prazeres normais por um objetivo claro.

É IMPORTANTE JEJUAR?

Se jejuar é uma questão pessoal, algo não especificamente comandado por Deus, então é [o jejum] realmente importante? Não pode ele simplesmente ser deixado de lado? Não! O Senhor Jesus Cristo disse que há batalhas espirituais que não podem ser ganhas por NADA além de oração E jejum – não somente oração, mas oração E jejum. Isto significa que às vezes o jejum espiritual, bíblico é essencial para a vitória sobre o inimigo.

Paulo sem dúvida considerou o jejum essencial para a vitória no ministério e na vida. É duvidoso que ele tivesse alguma alegria estranha por ficar sem refeições.

O que ocorreria se tivéssemos que perguntar à Ana se o jejum é essencial? O que ela responderia? Claro que ela nos diria que jejuar é importante. Não foi através de oração com jejum que Deus lhe deu o filho que tanto ela ansiava?
E o que ouviríamos de Ester e Mardoqueu? Por que ela não convocou [apenas] uma reunião de oração ao invés de ter o aborrecimento de jejuar três dias e três noites? Sua resposta sem dúvida seria que só a oração nem sempre é suficiente. Há vitórias espirituais que não podem ser vencidas sem oração e jejum.

Esdras também, acrescentaria seu Amém à verdade que às vezes o jejum é essencial para a vitória. Por que ele simplesmente não reuniu o povo no rio de Aava para [apenas] algumas horas de oração, sem o sacrifício do jejum? Aparentemente, ele sentiu que era necessário jejuar assim como orar por segurança na viagem através daquelas perigosas terras. “Nós, pois, jejuamos, e pedimos isto ao nosso Deus, e moveu-se pelas nossas orações.” (Ed 8:23 ACF)

Mas o que têm a ver esses eventos tão antigos com cristãos que vivem nesses tempos ocupados e modernos? “Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.” (1Co 10:11 ACF)

AS TRADUÇÕES INGLESAS MODERNAS COMBATEM A DOUTRINA DO JEJUM

As novas versões fazem um estranho ataque contra o ensino do jejum no Novo Testamento. Embora permaneçam algumas referências ao jejum, várias referências significativas foram removidas.
Mateus 17:21 -- A KJV “Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.” Este verso inteiro está omitido na Nova Versão Padrão Americana [NASV], a Versão Padrão Revisada [RSV], a Nova Versão Internacional [NIV], Nova Bíblia em Inglês, a Bíblia de Jerusalém e a tradução de Philips. A Versão Atual em Inglês [TEV] coloca o versículo em colchetes.

Marcos 9:29 -- A KJV tem escrito: “E disse-lhes: Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração e jejum.” O texto Grego da Sociedade Bíblica, e as novas versões baseadas nesse texto, omitem as palavras “e jejum”. Isto é fato na NIV, NASV, RSV, Bíblia Viva, Phillips, Nova Bíblia em Inglês e a Bíblia de Jerusalém.

Esses dois versículos sobre jejum não são as únicas referências à doutrina nas Escrituras, mas elas são as únicas referências que especificam e diretamente ensinam a importância de jejuar como um aspecto da guerra espiritual. Aqueles que lutaram batalhas espirituais contra os baluartes das trevas conhecem a preciosa verdade que Jesus está dizendo nessas passagens. A oração é um poderoso recurso espiritual, mas Há baluartes demoníacos que não podem ser quebrados somente pela oração sem o jejum. É um fato e é uma parte da Bíblia!

Remover essas referências da Bíblia é loucura e um mal. É o mesmo que remover parte do armamento essencial do equipamento de um soldado antes de enviá-lo à batalha.

A evidência textual que apóia essas referências sobre jejum é esmagadora. É amplamente um assunto da grande maioria do testemunho textual, por um lado (que apóia as leituras sobre o jejum) contra o testemunho, superficial, questionável, dos dois manuscritos preferidos por Westcott e Hort: Vaticanus e Sinaiticus.

Pessoalmente, eu exijo um testemunho muito mais forte que este, antes de permitir que alguém remova essas Escrituras abençoadas da minha Bíblia. De fato, você não as retirará da minha Bíblia, obrigado! Considero essas referências tão importantes espiritualmente que só a remoção dessas duas passagens me demonstram o erro de seguir os princípios textuais de Westcott-Hort que permitem que os manuscritos Sinaiticus e Vaticanus derrubem o testemunho de multidões de outros testemunhos.

Há quatro passagens que falam sobre a doutrina do jejum que são removidas nas novas versões:

Atos 10:30 -- Aqui lemos na versão King James (e muitas das antigas traduções protestantes em vários idiomas) que Cornélio jejuava e orava. As novas versões, seguindo a direção do texto de Westcott-Hort, removeram a palavra "jejuando". Isto é fato para as versões RSV, NASV, NIV, Bíblia Viva, TEV, Nova Bíblia em Inglês, Bíblia de Jerusalém, a Nova Versão Berkeley e Phillips.

1 Coríntios 7:5-- A KJV tem escrito: “Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência.” (1Co 7:5 ACF). Novamente, voltando-se contra a maioria dos testemunhos textuais, as novas versões removem o jejum dessa importante passagem. Isto é fato para todas as versões que verificamos, como mencionadas acima.

2 Coríntios 6:5--Aquilo que está escrito na KJV, "jejum," foi mudado nas novas versões para “fome”. Obviamente, fome e jejum são duas coisas diferentes. Em 2Cor 11:27, onde o apóstolo Paulo dá uma lista de alguns aspectos do seu ministério, ele menciona ambos: fome e jejum. Vemos por isso que o Espírito Santo não está usando esses termos como sinônimos. Este, portanto, é um outro ataque à doutrina bíblica do benefício espiritual de jejuar.

2 Coríntios 11:27--A KJV tem escrito “jejuns freqüentes” é substituído nas novas versões por “freqüentemente sem alimento”. O comentário sobre 2Cor 6:5 acima, aqui também se aplica. Estar com fome e seguir sem alimento não têm que estar ligados à vida e guerra espiritual. Seguir sem alimento não é necessariamente jejuar. Mudar essa leitura sem uma avassaladora prova de que os tradutores da King James estavam errados – prova que os modernos tradutores não têm – é muito perigoso. Na KJV se lê: “em fome e sede, em jejuns freqüentes”. Uma clara distinção se faz entre o Paulo faminto (muitas vezes sofrendo por falta de alimento) e seus freqüentes jejuns espirituais. Se, nessas duas passagens, o Espírito Santo se refere às batalhas espirituais do apóstolo, ao jejum espiritual, o que é mais provável já que se faz uma distinção, então os tradutores modernos fizeram um grande mal removendo esse ensinamento em suas versões.

Quando a leitura desses seis versículos é feita em conjunto, aparece um padrão definido de ataque nos novos textos e versões gregas sobre a doutrina do jejum como uma arma espiritual. E isto é ainda mais sério diante do fato de que fomos alertados nas Escrituras de que a guerra espiritual vai crescer em intensidade à medida que se aproxima o retorno de Cristo. “3:1 Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.” “3:13 Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.” (2Tm 3:1,13 ACF) . Não se iludam, queridos amigos cristãos, por aceitar uma versão da Bíblia que remova essas importantes armas espirituais da sua vida.

O fato é que HÁ baluartes demoníacos que não podem ser quebrados sem o jejum bíblico. Enquanto as igrejas estão festejando, o demônio opera ferozmente.

Já experimentamos esta verdade. Houve momentos em que estivemos a ponto de total desespero em nosso ministério no país idólatra do Nepal. Lembro-me dessa experiência no início de nosso trabalho lá. Parecia que uma escuridão impenetrável se mantinha diante de nós. Estávamos proclamando o Evangelho a alguns hindus que mostraram interesse. Muitos estavam vindo às reuniões e alguns fizeram profissão de fé. Mas nenhum idólatra se arrependeu dos seus pecados e de sua idolatria e nasceu de novo.

Os problemas estavam caindo sobre nós de várias origens, com potencial para dar fim ao nosso ministério naquela terra difícil. A associação ecumênica nacional levantou calúnia sobre nós e se reuniu para um total boicote ao nosso ministério. Nosso trabalho era ilegal e estávamos em perigo constante de ser condenados pelo governo de Nepal. Parecia que nosso desejo de estabelecer uma igreja que glorificasse a Jesus Cristo, em Nepal, nunca seria satisfeito.

Determinamos ter um tempo de oração com jejum. Era a primeira vez, realmente, que eu tinha praticado isto com intenção tão séria, e devo admitir que não achei fácil. Logo depois um amigo de Nepal veio à nossa casa e foi salvo em nossa sala, logo depois que o encontramos. Então ele levou um amigo a Cristo e esse amigo levou a irmã a Cristo. Todos eles mostraram evidência real de arrependimento. Eles pararam completamente com a idolatria e começaram a servir ao Senhor Jesus Cristo, apesar de muitas perseguições. Logo outros foram salvos, e o Senhor trouxe um evangelista fiel para juntar forças conosco como um muito necessário cooperador no ministério. Hoje, aquele grupo cresceu em meio a muita dificuldade e pobreza e se tornou uma viva igreja do Novo Testamento. Ela tem sua própria liderança, paga suas próprias contas, e tem uma zelosa visão evangelística missionária. Todos os primeiros convertidos ainda estão servindo ao Senhor, hoje, muitos em posições de liderança.

Oração com jejum é uma parte normal do ministério daquela igreja. A vitória teria sido ganha sem o jejum? Não conforme o testemunho do Filho de Deus. Ele disse: “Este tipo só vai embora com oração e jejum.”

Os obstáculos que enfrentamos naquela terra pagã eram obstáculos sobrenaturais. As Escrituras levantam as cortinas que escondem o reino sobrenatural de nossos olhos e identifica nosso adversário. “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” (Ef 6:12 ACF)

Muitas outras ilustrações poderiam ser dadas, mas esta é suficiente. Vimos o que diz a Palavra de Deus. Vimos o exemplo do povo de Deus de todas as épocas. Vimos o exemplo do Filho de Deus. Devemos enfrentar essas coisas e perceber que o jejum espiritual é muito importante na vida de nosso ministério cristão e é uma prática urgentemente necessária em nossos dias.

Sentimos o poder do inimigo. Ouvimos seu temido rosnar. E acreditamos na advertência do Senhor Jesus Cristo e nos muitos exemplos das Escrituras infalíveis. O jejum espiritual é essencial.

Glória a Deus pela certeza da promessa da Bíblia: “17 Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, 18 Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.” (Mt 6:17-18 ACF)